(post auto-explicativo)
ps: tô tentando escrever faz tempo.. quem sabe logo não vem aqueela inspiração que eu tô precisando ![]()
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Segunda-feira: nada mais me lembro.
Terça-feira: rematrícula do Mackenzie. Aliviei 35 kilogramas que entortavam minha coluna trancando as matérias de licenciatura. Meu horário está lindo com as sextas-feiras completamente vazias, e o que é melhor: sem dp’s pra ficar horas enrolando no coreto olhando a fila de formigas na grama.
Claro que algo tinha que dar errado. Jeonga não quis pagar a mensalidade de julho (sabe-se lá porque?) e não conseguiu fazer sua rematrícula, obviamente. Teve que correr até o banco pra pagar. Eu até tentei encaixar alguma outra matéria eletiva pra não ser A-MAIS-VAGAL inorgúlio da família, mas não deu. Sinto muito. Após tudo isso, eu e Daniela argentina fomos para o Starbucks gastar umas horas a toa (e um bom dinheiro, paguei os frapuccinos ¬¬). Enfim..
Quarta-feira: Acordei bem tarde e logo vi que em breve, muito em breve, Daniel estaria passando com seu kalango-móvel em minha residência para vermos nada mais, nada menos que CONOR OBERST (tá, eu nem gosto dele tanto assim). Como de praxe pegamos um pouco de trânsito. Como se não bastasse chegarmos um pouco atrasados no local, os estacionamentos eram.. medonhos? Ok, paramos o carro no supermercado DIA (sim, pasme) e seguimos nosso rumo. A fila se formava em frente ao Cabana café, ou melhor, Studio SP. Só gente estranha com calças lavagem C&A boca-de-sino cobrindo os sapatos, tênis Reebok sem amortecedor aparente e claro, mochilas fake-kipling. Maldade, tinham uns emos também. hahaha
Divertidíssimo, ri horrores na fila. Quando chegou nossa vez de fazer as honras para os vigilantes da tal casa noturna (leia: mostrar documento/ingresso), todo mundo que tinha câmera e o caralho-a-quatro resolveram passar na nossa frente, ou seja, encostei na porta e aguardei a permissão do EGBERTO (risos). Foi nisso que saiu um cara encapuzado (capuz da blusa) de um taxi:
D: Cara, olha o sapato daquele jovem. Muito estilo, vou comprar um assim, estive pensando..
C: É, bem legal mesmo. Bem old.
Foi então que o jovem tropeçou no pé do Daniel e passou raspando em mim olhando pra minha cara tipo -q. Era o Conor Oberst. HEHE. Após tudo isso, claro que demos mais risadas, o show foi realmente ótimo, apesar de eu não ser fã cantei as músicas, foi muito bom mesmo, valeu a pena.
QUEM NÃO FOI PERDEU RSRSRS FICADICA (é, é pra uma pessoa em específico HAHAH CUSERA) é.
Conhecemos pessoas lá e tal. Eu não vou contar o episódio da perda-do-dente do Bruno porque puts, AHAHA já deu né? Ou não. Bom, em suma: o Bruno, amigo das pessoas lá, super legal (leia: doidão nonsense) tentou entrar no Studio sem ingresso, sem tomar banho, sem dinheiro, só drogas e rock’n'roll na cabeça, sabe-se lá porquê e enfim, tomou um chute no cu e ainda por cima perdeu um dos dentes da frente.
É… é engraçado. HAHAHAHAHHAHAHAAHAHAAH foi aí que fomos embora.
Quinta-feira: bom, episódio ANIMAL!!!! na quinta. Fomos ao Outback: Daniel, Fábio e eu. Enfim, uma conversa bem ácida, cheia de tiradinhas pro lado do Fabio. Foi bom pra rir e reunir a trupe cursinho Objetivo2006 novamente.
Tudo bem que o garçon que estava “cuidando” da nossa mesa era sempre abduzido e/ou não nos respeitou quando chamamos pra pedir algo. Claro que no final ninguém sabia onde estava o carro, eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro. haha Foi trágico. Eu sabia onde estava o carro.
Quando eles resolveram me dar algum crédito, achamos o veículo, sensacional.
Sexta-feira: é o dia que eu tô com mais preguiça de contar. Fui pro Center 3 encontrar a GALËRE (?) do renan pra fazermos algo pela rua Augusta (o plano inicial era o vegas). Depois de alguns minutos a natthx (nomes de guerra do last.fm são bons) juntou-se a nós e foi aííí então, senhores, que começaram as longas caminhadas em busca de um lugar agradável.
Fomos pra um lugar.. bem, não é aqueele lugar que vem a mente quando você diz “agradável” mas estava razoavelmente confortável (exceto pelos garçons que são abduzidos e/ou não te respeitam quando você os chama pra pedir algo parte II). A música tava alta e alternando da seguinte forma: Roberto Carlos - Beatles - funk do Adultério (haha) - Led Zeppelin - Los Hermanos (blé). Ok, era um buteco. Passamos horas rindo lá. Ah, esqueci de falar também que fomos até o HSBC da Consolação antes disso e.. estava fechado. hahaha
Enfim, depois disso ficamos horas esperando o Mc da Paulista abrir, sentados vendo o sol nascer conversando sobre top artists do last.fm (com algumas tensões e apostas) loucos de fome por um Mc Queijo-esponja manhã (interna rs). O MC Donalds não abriu e fomos embora. Cheguei 8h da manhã em casa. HAHA
Sábado: Acordei. HAHAHAH por enquanto é só isso. Acho que vou ao cinema e preciso arrumar minha mala, amanhã é dia de Back in the US.
É HEHEHEHEHE é isso.
Gosto das coisas simples. Acho que gosto de coisas simples porque o que eu quero mesmo é me mostrar simples sendo que na verdade não sou, mas queria ser. Talvez fosse mais fácil.
Bom, acho que vou tentar fazer uma breve descrição do fim de semana. Sábado fomos, claro que chegamos tarde e eu já tive desapontamentos logo de primeira. Pessoas viajando, não podendo, eis que comecei a pensar no fiasco geral que seria aquela noite e então, nas reclamações que teria que ouvir por toda aquela inutilidade impensada.
(nota: não consigo pensar com música)
Resumindo mais: acabei indo ver o Led cover com um dos meus mais antigos companheiros de peripércias e galinhagens da minha história adolescente. Claro que estava uma porcaria, nem sequer rostos comuns para afagar todo o impropósito de sair de casa e dizer “pelo menos revi pessoas”. Uma furada. Depois de uma cerveja e ligações INESPERADAS (aumente isso em dez vezes) fugimos para o único lugar que eu não tinha planejado ir.
Obviamente, Doc quis debochar do meu pretensiosismo de um modo mais sutil e irônico, um tanto divertido, podemos dizer. Foi bom, revi pessoas queridas e fiz as pazes com o mundo.
O fato é que: o bom de aprontar é fazê-lo e olhar pra todo mundo que sabe que você aprontou fingindo que não fez nada mas louca pra que todos saibam que você é porra-louca.
Eu? Eu não fiquei tão mal assim, mas fiz coisas inéditas (sim meu povo, inéditas) e que hoje em dia nem me parecem tão absurdas (claro que acabei gostando). E foi ótimo. Tudo bem que é podre, Mc Karma ainda pode se vingar dessa minha atitude rebelde mas, eu precisava me libertar um pouco daquela Camila mesquinha com a qual eu estava vivendo. Não quero mais achar que ser medrosa ou pensar bem antes de fazer as coisas sejam qualidades notáveis mesmo porquê, não fazem parte da minha personalidade.
Terminei a balada dançando em círculos com mais um monte de doidos numa garagem ouvindo The Who (e olha que eu nem gosto tanto do Tommy)
(nota: a trilha sonora foi excepcional. De Joy Division a Ladytron, amei. Claro que o DM foi o que ficou na minha cabeça graças ao super e potente pendrive mágico do Gabriel)
Cheguei achando que eu estava super em cima com meu estado físico e mental. E estava, até eu ir tomar banho.
Eu deitei na banheira e comecei a olhar as três torneiras que controlavam a temperatura e o fluxo da água: uma vermelha, uma preta e uma azul. Enquanto a banheira enchia, minha mente armava uma fila incrível de pensamentos bizarros que iam pulando na minha frente como se mergulhassem junto comigo. Eu tava me sentindo num filme e claro que por isso, tava me sentindo babaca achando que tava aumentando todos os sentimentos minúsculos que circulavam pelas minhas veias.
Foi aí que eu pensei que deveria acordar. Mergulhei o rosto na água e ali fiquei por um tempo que eu nem sei dizer ao certo. Nesse instante eu percebi que todo aquele teatro (ou não) que minha mente tava fazendo comigo poderia sortir um propósito relevante ou, ao menos, positivo para o meu futuro próximo. Quando eu resolvi que, pra não pirar mais ou, pra pirar menos, eu fixei minha visão nos meus cabelos mergulhados movendo-se livremente de acordo com o fluxo da água (sim, a banheira estava enchendo. não, eu não tava tão louca).
Pensei em mim. Pensei no que eu tava fazendo com a minha vida achando que eu, como pessoa, era muito superior às coisas simples da vida e que, assim, não poderia tirar proveito de nenhum feito ou acontecimento ou visão ou seiláoque mínimo como aprendizado, lição ou ao menos uma reflexão sobre tudo o que eu faço, deixo de fazer ou influencio.
Pensei no que eu tava desperdiçando. Pensei porque eu tava me prendendo. Eu me vi distante, mergulhada no medo e na insegurança que, nunca foram próximos a mim, mas que agora me dominavam junto com a culpa e a imagem de um monstro selada ao meu peito como um crachá, uma identificação que eu achei correta, mesmo sendo julgamento dos outros, e que então, passou a fazer parte da minha vida como um referencial de ações “politicamente corretas” do: vamos corrigir meus erros do jeito ‘certo’.
Esse jeito certo estava esmagando todo a minha potencialidade e personalidade que, de grande forma, marcam toda minha existência e claro, o caminho que eu devo seguir.
Pensei, tentei achar o porquê de eu estar com medo de fazer algo tão natural: ser livre. A pior bosta que eu fiz, com certeza, foi colocar a opinião alheia na frente da minha, encobrindo-a. A teimosia da medrosa em fazer as coisas do jeito que seria o certo de fazê-las tava me deixando tão paranoica em fazer o correto correto correto que acabei me deixando ser uma escrava do que, pra mim, sempre foi incorreto. Eu não tava ouvindo ninguém, nem mesmo o meu coração. Só tava ouvindo a minha teimosia de resgatar todos os meus erros e transformá-los em grandes acertos porque essa era a minha dívida. Eu esqueci de pensar no quanto isso poderia me frustrar (já estava me frustrando). Eu não tenho que corrigir nada e melhor, não me arrependo.
Acho que tudo que já foi feito acabou sendo valido de certa forma. Eu não tô fazendo apologias aos erros, a putaria, cusãozice e etc, mas acho que devemos ouvir a nossa voz mais interna e distante.
Eu tava tentando lutar contra. Eu tava em dúvida sobre o que o meu coração dizia porque eu não queria lhe dar ouvidos, pois sabia que estava errada. Que estava indo contra. E que não fazia bem pra mim.
Camila, você precisa de você. A minha vida tem tudo pra seguir do jeito mais simples, eu só preciso tomar coragem pra assumir que o jeito que deve ser seguido NÃO É o que eu achava o certo (e ficava pensando porque só dava errado, puts).
Mas agora eu vou tentar (conseguir) ser livre e deixar as coisas fluírem, que tal? “We’re all in a state of flux”
Depois da minha grande visão (e espanto, por conseqüência) na banheira a la Psicose, tomei meu rumo e fui dormir. Obviamente tentei esconder ao máximo todo a causa do devaneio.
Espirrei muito à noite. Dormi tarde e acordei mil vezes. Pela manhã, depois do café, comecei a fazer coisas idiotas (como sempre) com o sol das 10h batendo no meu rosto e pus-me a pular na cama pensando que tava voando. Foi uma das melhores coisas que eu já fiz na vida. Acho que Doc deu as caras pra mim.
Prosseguindo o domingo, tive que ir à um almoço de família onde todos já são habituados a me criticar e dizer o que eu devo ou não fazer sendo que eu entendo muito bem das coisas e não tenho mais 10 anos de idade. Vi o filme inacabável do The Doors (e é aí que você passa a odiar o Jim Morrison. Eu sinceramente não sei o porquê deles fazerem isso com a imagem do cara..) e algumas conversas inúteis.
Hoje eu tô mais ponderada num dia introspectivo-caseiro (pra variar um pouco essa porra de férias né?) e tô servindo de conselheira, gratuitamente.
Eu tô tomando coragem pra encarar as atitudes que devo ter pro meu bem, não pra melhorar minha imagem. Eu não preciso bancar a amiga de ninguém nem rastejar para que minha imagem seja a melhor possível perante essas pessoas. Não tem mais porquê. Simplesmente não faz sentido. Eu tenho que ser livre e acabou. Eu não sou esse monstro que me fizeram pensar que eu sou, sou humana, Camila, áries, acabou. Fim. Vou seguir meu destino que me faz bem e é saudável pra todos que me cercam (não que eu pense muito nisso).
(nota: esqueci a nota. me chamaram aqui no msn.. lembrei! Mc Karma pulará de alegria e assim terá menos serviços de me dar tapas no rosto. Espero que eu tenha acordado após isso tudo.)
(nota 2: quero mais. merda.)
Quero que esse post termine aqui. Se eu tiver mais o que escrever posto outro.
Music: Wings - Tomorrow
E é mesmo. Eu não tenho um puto pingo de vontade pra baladear, juro por deus. Não, não teremos mais nenhuma sequer garrafa de cerveja pra enfiar no cu, finalmente.
Eu tô muito caseira e só querendo fazer programas familiares .. bom, até que enfim hein, em quase 20 anos, tava em tempo. E não é questão de parar de gostar das pessoas ou fazer a narcisa pseudo-autista anti-social nariz empinado (eu ia escrever entupido. sim camila, seu cérebro tá entupido).
Pode crer. Sou a única pessoa que briga consigo mesma, aliás, estou começando a achar que isso é um sinal notável de distúrbios psicológicos tal como a ‘dupla personalidade’ ou whatever, não sei nomes científicos. Faço letras mas não faço psicologia, enfiem no cu a ficha catálogo de nomes bonitos e Freud cagão.
Eu gosto é de sair pra comer porquê, se é pra ter prazer, vamos fazer com gosto e requinte. Nada de tomar líquidos que te fazem expelir a preciosa refeição preparada com tanto carinho (ou não) por quem quer que seja. Normalmente, penso eu, baladas dão mais prazer pra quem vê a “pessoa” (não, não é ninguém em específico) passando mal, dando piti etc etc do que para esta pessoa em si (obviamente ela pensa que está abalando o mundo com sua rebeldice pau-no-cu de não ser a virgenzinha idiota da mamãe por uma noite em claro com os homens olhando pra sua situação desastrosa e querendo comê-la por ser, nada mais, nada menos, que um animal fêmea com buraco entre as pernas).
É isso aí. Mas eu gosto das pessoas. I swear, I really do. E nem sempre eu gosto de quem gosta de mim. Mas quer saber? Que se lasque, faz parte da vida. Me faz bem gostar dos outros, gostar de qualquer pessoa que mal me conhece (siiim, aquela pessoa *ia escrever idiota mas não consigo nem chingar*), gostar de um mendigo, tanto pelo sentimento de dó/culpa ou pela singela solidariedade em oferecer um olhar de “eu não gostaria que fosse assim, eu juro”.
Na realidade, as conexões dos humanos com o mundo não podem ser mudadas por eles mesmos, é tudo ilusão. As pessoas sabem de tudo o que deve ser feito para que o mundo seja mais justo, igual, menos desonesto e cusão com todo mundo.. mas fazer o quê? A gente tenta, faz o que dá e Doc não move um puto palito pra deixar as coisas menos horríveis? Não há o que fazer. Eu sempre me pego em situações desse tipo.. desagradáveis. Tipo, me desculpa, me desculpa mesmo, mas eu não consigo passar por um mendigo, uma pessoa escrota toda fodida na rua, quem quer que seja.. e simplesmente fazer a narcisa. Não, eu não pego pra criar, mas eu não gosto de mostrar pros outros que eu os ignoro. Porque não o faço (se estou aqui dizendo isso, é porque certamente em algum lugar da minha mente, pelo menos, eles ficam). E a tal desagradável situação: eu olho pro mendigo, ele me olha com aquela cara de ‘puts, essa vaca vai fazer a narcisa pra mim mesmo estando com o rabo cheio de dinheiro’ e mesmo assim eu lanço aquele sorriso de canto de boca dizendo ‘foi mal aí, camarada’.
Eu não tenho obrigação nenhuma com ninguém, mas é automático, não sei. Talvez eu seja bem idiota.
É filhadaputice eu marcar as coisas e cancelar. É cusãozice ficar miguelando. Eu sei disso, mas eu me respeito. Eu nunca, na minha vida, vou reclamar de fazer demais pelos outros e me deixar de lado porque eu simplesmente SEI QUE, se eu não fizer por mim, não dá. E outra, se eu não fizer por mim, como vou fazer pelos outros (taí denovo a porra da ‘obrigação’-automática). Não dá cara, juro por Doc.
Ele que me perdoe mas, as pessoas deviam ser mais compreensíveis. Eu tô tentando.
(mesmo depois de tomar tantos tapas na cara do Mc Karminha, seu fiel escudeiro [CUSÃOFDPDOCARALHO])
Sei lá, todo mundo tem esse lado idiota (HAHAHAHAHAHAHAAHAHA OU NÃO)
mas eu vejo como vantagem. É essa minha diferença de todo mundo. E sou melhor. Por isso. Também.
Music: Joy Division - Failures
PS nervoso: alguém me empresta dinheiro aí? Tipo, eu não tenho 90 pilas pra comprar o ingresso do NIN, FODEL ZEMTS?
eu tô de cabelo azul ÊÊ!
Tipo assim, GALERE (que galëre, Doc?) não consigo mais postar aqui. Na verdade, eu tenho um monte de coisas a dizer, mas falta vontade. Falta expressão, sei lá.
Tô num momento introspectivo. Tão introspectivo que me perdi dentro de mim.
Um post menos deprimente pra inserir mais cores nesta vida irreal, que tal?
Bom, me fogem as palavras, só para manter o costume. E também não há muito o que ser dito, afinal, estamos em um feriado.. o que sugere.. mofo! hahaha
Eu realmente não sei que expectativas ter do futuro próximo pois, logo vêm as férias.. e acho que será tudo mais aproximado do tal estilo “carpe diem” dos losers de viver a vida sem medir conseqüência ou retomar seu passado e sem objetivos maiores e sem desilusões e sem propósitos e sem cálculos.
Talvez esse seja o certo, mas prefiro pensar que MC Karma está armando uma das suas deliciosas e grandalhonas surpresas pra me deixar afoita e sem o que dizer. Espero que Doc olhe pra mim com seus dois olhos e sorria de orelha a orelha: “Bem, hoje vamos mudar um pouquinho a vida da Camilinha né? Uma nova chance.. voilà!”
Enfim, tive maus agouros lendo meu horóscopo e descobri que o final deste mês será um pouco pesado (mais né) pro meu caminhãozinho. E que, como eu sempre soube, as coisas não cairão do céu e nem adianta esperar que Doc as conceda pra que eu faça proveito. Terei que ir atrás e criar calos nos meus dedinhos tortos.
Bom, assim segue o caminho.. e só espero que nenhuma Síndrome Morrissey me derrube, tal como foi no final de semana.
Alegriazinha idiota de hoje:
PS: não farei nenhum ressalvo otimista pra não cair de cara no chão posteriormente.
E todo mundo ama uma ____ mentira.
Porque, afinal, todos mentem.
E quem disse que isso deveria ser ruim?
Ao contrário,
as mentiras constroem.. pessoas e personalidades e vidas. Quando você entra nos buracos da IMAGINAÇÃO alheia e ——– DEVANEIA correndo atrás de algo CONCRETO quetedêsustentaçãosuficiente
para sentir-se seguro em dar os próximos passos, que na verdade, está seguindo os rastos dos passos da morte.
Um simples vazio que te completa … e preenche
não te faz indagar ou duvidar: questionar o que lhe falta.
É o grande poder de mandar tudo se foder sem ressentimentos.
Onde tôu eu no meio disso? Foda-se.
Bem, … eu gostaria.
I’ll like to be a kind of person who deslikes all abour feelings .. even I think all that opinion works wrong in life and make all seems empty. (belo inglês, marlene)
PS: é, eu tava assistindo Garota Interrompida.
Saudades eternas. Não vou me prolongar muito falando a respeito disso, afinal, não quero que DOC ouça meus presságios e mude suas ordens à Mc Karma, certo? Certo. whatever tomorrow brings, I’ll be there.
metas para essa semana: 1) procurar o que se deve fazer pra abrir a patfaria 2) estudar NOT NOT NOT NOT NOT NOT 3) não faltar em nenhuma aula NOT NOT NOT NOT 4) tomar mais o floral hahaha 5) juntar dinheiro, ir pra limeira e fazer coisas radicalíssimas e ilegais é isso. Fotos do dia incrível de ontem com as travestis mais dignas do Brasil-il-il:
MORRI HAHAHAHHAHAAH que nojo! !
E lá vem mais uma semana, minha gente. Quero mais domingos na minha vida (só por causa disso :/)
muito francas. que dia foi esse? fazia tempo que eu não ria TANTO! fora que o SESC Paulista é um lixo, deusulivre, que lugarzinho estranho. tô ouvindo css e lembrei do ‘i’ll be rude, i’ll be rude..’
bom.. não resisti, mandei um scrap com exatamente ESTE conteúdo pro guilherme. tadinho. hahhaha acho que ainda vou me foder por ficar judiando dele :/
nota sobre a vida sentimental da travesti: WHATA FUCK? saicu di mim alo
mentira, nem sai não. =) SEI LÁ. HAHAHAHA
meta para 2009: caçar um brandon boyd em ny city
olha o estado indigno da diva:
Music: CSS - Alcohol